04.02.2015
Postado por Carol Relva

Foram divulgadas pelos sites Washingtonian e DC Metro Theater Arts novas reviews do novo projeto de Vanessa, o musical “Gigi”! Confira os artigos traduzidos abaixo:

Washingtoning – Vanessa Hudgens estrela em uma nova cintilante produção do clássico musical.

Graças a Deus por grandes musicais antigos. Um marco brilhante e uma nova produção polida como uma joia faz o revival de Gigi feito por Lerner e Loewe ter a atenção que merece.
É em Paris em 1900, quando um homem rico pode escolher à vontade uma amante como prêmio desde que esteja disposta a pagar pela paixão. A jovem Gigi (Vanessa Hudgens) está sendo criada para se tornar um prêmio por sua carinhosa avó (Victoria Clark) e sua determinada tia-avó (Dee Hoty). A exuberante juventude de Gigi encanta Gaston (Corey Cott) um jovem entediado no processo de eliminar uma amante e procurar por uma substituta. Com o intervalo entre o primeiro e o segundo ato, Gigi “floreia como uma flor” e Gaston se apaixona por ela.

Agora na nova versão mais politicamente correta da história adaptada por Heidi Thomas (Call the Midwife), Gigi lamenta sua falta de opções de trabalho, e o envelhecimento do astuto tio de Gaston, Honoré (Howard McGillin), não o deixa cantar o hino do show “Thank Heaven for Little Girls” – em troca, é cantado pela avó e tia-avó de Gigi. De fato, Honoré não parece se divertir – uma pena para aqueles de nós que lembram de Maurice Chevalier cintilando na versão do filme de 1958 ganhador do Oscar.

Talento irá para fora dessa produção. Victoria Clark e Dee Hoty roubam o show a um grau que muitas vezes faz parecer o romance entre Gigi e Gaston um assunto secundário. Hudgens e Cott são justos em rosto e doces na voz, mas não podem competir com as performances poderosas dos antigos profissionais.Ainda, Gigi é uma festa para os olhos e para os ouvidos. O figurino (por Catherine Zuber) é suntuoso, os cenários (Derek McLane) são incríveis, e a iluminação (Natasha Katz) é mágica. O diretor Eric Schaeffer competentemente conduz essa joia antiga, e tendo Hudgens no elenco, a estrela de High School Musical, atrai audiências jovens. Assita antes que Gigi pegue seu chapéu e vá para a Broadway.

Clique aqui para ler a matéria original.

DC Metro Theater Arts – “Gigi” no The Kennedy Center

O filme de 1958 ganhador do Oscar Gigi de Alan Jay Lerner e Frederick Loewe que posteriormente foi adaptado para o palco da Broadway mais de 40 anos atrás, estreou para uma temporada pré-Broadway no Eisenhower Theater at The John F. Kennedy Center for the Performing Arts, tendo sua abertura oficial no dia 29/01.

Dirigido por Eric Schaeffer (Follies, Million Dollar Quartet) – em uma revitalizada, revisionada e modernizada adaptação pela britânica dramaturga e roteirista nomeada ao Emmy, Heidi Thomas (Call the Midwife, Cranford, Upstairs Downstairs) – a produção polida, tendo no elenco a estrela da série High School Musical, Vanessa Hudgens, está pronta para uma temporada na Broadway, começando no dia 19 de Março no Neal Simon Theatre.

Baseado na novella Gigi por Colette e no filme comédia-romântica de 1958 de mesmo nome, Gigi (Vanessa Hudgens) é uma adolescente borbulhante de espírito livre vivendo em Paris na virada do Século XX sendo criada por sua tia Alicia (Dee Hoty) como uma cortesã consistente em sua tradição de família. Para Alicia, amor é uma arte, e uma realização obrigatória para assegurar o futuro social e econômico de Gigi. Por sorte, antes que ela esteja considerada pronto para sua estréia social, ela se encontra com o solteiro bon vivant Gaston Lachaille (Corey Cott), por quem ela progressivamente se fascina enquanto é transformada em uma encantadora jovem moça.

Estabelecido em um magnífico, complicado palco com arquitetura exterior brilhando em ferro-treliça e interiores deslumbrantes e atraentes, a magnitude do projeto cênico esteticamente atraente de Derek McLane é surpreendente. Com uma Torre Eiffel a distância e uma escadaria em espiral que serve como um plano de fundo versátil, o palco resplandecente é continuamente abundante com uma variedade de brilho luxuriante do figurino da designer cinco vezes ganhadora do Tony Award, Catherine Zuber – vestidos glamourosos e chapéus lindamente enfeitados para os acessórios das senhores, gravata branca afiada e caudas para os cavaleiros, incluindo cartola. Mais tarde, no Ato Dois, as roupas formais de luxo são suplantados com guarda-sóis coloridos e maiôs casualmente-chique na praia.

Sob uma equilibrada direção de Eric Schaeffer, o elenco repleto de estrelas brilha, empregando um estilo metódico melodramático, acentuado com uma dinâmica coreografia por Joshua Bergasse, especialmente no número de encerramento do Ato Um: “The Night They Invented Champagne.”
A composição criativa de Bergasse é repleta com danças que vão do entusiasticamente-energético a mais suave e intimista. Notáveis números incluindo a “Abertura” e a animada cena no Ato Dois onde as guardiãs de Gigi, Mamita (Victoria Clark) e Alicia (Dee Hoty) inconscientemente provocam um grupo de advogados em “The Contract.”

No todo, o conjunto de 29 membros executam um show impressionante. Hudgens, em sua estréia na Broadway, faz uma performance marcante, fisicamente e emocionalmente transformando Gigi de uma adolescente inocente de olhos brilhante em uma sofisticada jovem mulher. Apresentando alcance vocal qualificado, habilidade em atuar e dançar ao longo da produção, incluindo “The Parisians” no Ato Um e “The Letter” no Ato Dois, Hudgens provou que ela é, em fato, tripla ameaça no palco.
Corey Cott, como Gaston, é convincente como o mais procurado da cidade depois do bacharel, exibindo confiança confortável com aprumo. A robusta voz de tenor de Cott é controlada, que é particularmente sublinhada na faixa-título de icônico, estrategicamente canta na terceira cena do Ato Dois enquanto Gaston explora suas emoções por Gigi.

A ganhadora do Tony Award, Victoria Clark, representando Mamita como a avó protetora e zeladora de Gigi foi retumbante. Em adição ao seu talento fantástico de atuação, a voz de Clark foi sensacional – seu talento vocal foi verdadeiramente notável e incrivelmente agradável de ouvir, especialmente no Ato Um em “Thank Heaven” e seu tranquilizante solo, “Say a Prayer” na última metade do Ato Dois. Do mesmo modo, Dee Hoty foi fabulosa na posição da perspicaz e apaixonada Tia Alicia que foi devota a manter Gigi focada na tradição da família.

Howar McGillin tem uma postura mais fechada e refinada como Honoré Lachaille, tio de Gaston. Contudo, ele se torna vivo em seus dois números musicais: “I Remember It Well” no Ato Um e “I’m Glad I’m Not Young Anymore” no Ato Dois.

Corajoso, novo e revigorado, Gigi é um show charmoso e visualmente deslumbrante como champagne, bolhas e simuladores, fluxo efervescente com esplendor e elegância.

Clique aqui para ler a matéria original.

Tradução exclusiva do Vanessa Hudgens Brasil, se copiar não esqueça dos créditos!

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