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    24.01.2015
    Postado por VHBR

    O site BuzzFeed publicou uma matéria falando sobre Eric Vetro, técnico vocal de Vanessa e grandes cantores como Katy Perry e Ariana Grande. Durante a entrevista, Hudgens estava ensaiando para o evento Voices On Point (onde performou a música ‘I Was Here’), que aconteceu no dia 13 de Setembro de 2014 em Los Angeles; e também para o musical “Gigi” (na qual é protagonista).

    Confira a matéria traduzida exclusivamente por nossa equipe abaixo:

    A vida de técnico vocal

    É sexta-feira a tarde em Los Angeles e Vanessa Hudgens está se aquecendo. Ela tirou as botas, estalou o pescoço e passou pelo tapete branco no estúdio musical de seu técnico vocal, Eric Vetro. O sol se põe pela porta do quintal e Vetro senta num banquinho preto – um modelo de alta tecnologia que ele prefere por manter o tom da sala. Enquanto ele prepara os exercícios, Hudgens começa fazendo barulhos esquisitos com sua voz: hees, hoos, haws, heys, wes, mas e delicados nayayayas.

    “Agora canta, ‘Yum yum yum yum yum yum,’  Vetro diz, e Hudgens canta ‘Yum yum yum yum yum yum’, seguindo o piano. Vetro, sorrindo, orienta “Faz que sim com a cabeça. Gire os ombros. Agora, movimente bem os braços.” A jovem cantora e atriz – famosa por High School Musical e Spring Breakers – junta os pulsos acima da cabeça e depois solta os braços graciosamente enquanto atinge uma nota alta.

    Hudgens, que, atualmente com 26 anos, volta e meia trabalha com Veltro desde que ela tinha uns 17, tem se encontrado com ele regularmente pra se preparar pra sua primeira produção da Broadway. Ela interpreta a protagonista em Gigi, agora no meio de uma temporada pré-Broadway no Kennedy Center em Washington DC (terminando em 12 de fevereiro). Hoje, porém, dentro da elegante e moderna residência de Vetro, eles estão preparando uma performance diferente: um show beneficente em homenagem a compositora Diane Warren, uma das amigas intimas do técnico vocal.

    Acompanhada por piano e violoncelo, o ultimo tocado por Vetro, Hudgens vai cantar “I Was Here”, uma balada que Warren compôs para Beyoncé sobre o legado que alguém deixa ao fim de sua vida. A música encaixa perfeitamente: Um dia antes desse ensaio, a mãe do namorado de Hudgens faleceu (“Já sinto sua falta, mamãe”, ela escreveu no twitter aquela noite). Apesar da carga emocional da perda, ela está de cabeça fria e pronta pra trabalhar na sala de Vetro, ocasionalmente bebericando um chá pra garganta numa caneca escrito “KEEP CALM AND CARRY ON”.

    Ela sempre amou cantar aqui.

    “É como vir à casa de um amigo para ensaiar.” Hudgens disse depois. “Ele quer que você vá a casa dele. Quer que você entre na vida dele. Ele está sempre aberto.”

    Sob um olhar superficial, qualquer um pode assumir que a indústria pop está cheia de artifícios vocais. Correções de afinação como auto-tune tem tornado fácil para muitos cantores medíocres a continuarem na moda, enquanto grandes produtores frequentemente recortam e colam vários trechos vocais usando tais técnicas para fazer um grande sucesso. Marketing e manipulação tem um papel tão grande nessa máquina de sucessos de hoje em dia que “autenticidade” ganhou um novo significado. Críticos podem pensar que esse é o caso de veteranos da Disney como Hudgens, cujo hits de maiores sucesso em seu auge, inclui “Sneakernight” de 2008, é exatamente esse produto pop teen fabricado.

    Mas Vetro, cuja carreira profissional é vocalmente da moda antiga, não é escravo da tecnologia. Um dos técnicos vocais mais procurados do país tem uma carreira sólida no ramo há mais de 30 anos. Seus feitos incluem atores de Hollywood, cantores da Broadway, e pop stars como Katy Perry, Ariana Grande e Meghan Trainor, do hit “All About That Bass” (todas estas indicadas ao Grammy deste ano). Vetro viveu desde o começo do auto-tune e disse que nunca teve impacto em seu trabalho. Ele afirma que a técnica certa e a manutenção vocal são cruciais para o trabalho de um artista, e que muitos cantores e produtores que gravam em estúdios chiques ainda se esforçam ao máximo pra ter a performance vocal mais genuína possível.

    “Eu procedo como se realmente não tivesse essas coisas – como se auto-tune não existisse”, ele diz, falando sobre seu empenho durante as lições. “Eu realmente tento fazer com que as pessoas soem o melhor que elas puderem, cantem o melhor que puderem, e então eu deixo o produtor decidir ‘oh, vamos precisar de uma ajudinha aqui. Precisamos de mais alguma coisa’, aí acho ótimo que tenha essa ferramenta. Mas eu pessoalmente nem considero de maneira nenhuma.”

    Vetro, 58 anos, tem uma personalidade acolhedora e magnética. Seus alunos o acham fácil de fazer amizade, e como professor ele procura ter uma certa distancia pra garantir a relação de trabalho. Diferente de técnicos vocais conhecidos, como Seth Riggs – pioneiro no “Speech Level Singing” e técnico de Michael Jackson e Stevie Wonder – Vetro não tem uma estratégia de marketing. Na verdade, ele não tem nem Facebook. Seu site parece que foi feito em 1998 e seu Twitter foi abandonado há mais de um ano. Ainda assim, ele adora estar por perto de criativos, e nos círculos de celebridades cantoras, seu nome é muito bem falado.

    (…)

    De volta à casa de Vetro, sua sessão com Hudgens continua graciosamente. Ela termina de se aquecer e então começa uma técnica de Yoga que é a especialidade de Veltro. Ele chama de “Leão Feroz em Silêncio” ou simplesmente “Pose de Leão”. Hudgens joga os braços pra trás, abre bem os dedos, estufa o peito e abre a boca. Depois de 10 segundos, ela dá um rugido gigante.

    Depois disso, é hora de ensaiar “I Was Here”, a música de Beyoncé. A faixa, que originalmente esteve no álbum de 2011 de Beyoncé, 4, começa delicada até no meio atingir o clímax. Na intimidade da sala acústica de Vetro, todas as notas foram alcançadas. Posicionada em pé diante do microfone, de olhos fechados enquanto acompanha a melodia, Hudgens eleva sua voz a uma oitava cheia para entoar o poderoso refrão – mas ao invés de dizer todas as palavras, ela só usa vogais nesse ensaio inicial.

    A voz dela é firme e forte, quase uma analogia à própria Queen Bey. Mesmo sem as palavras, a paixão é transmitida.

    Nessa tarde de sexta, fica óbvio que a positividade de Vetro não é só parte de sua personalidade. É também uma filosofia de trabalho – uma maneira de encorajar as cantoras a se abrirem. Ainda assim: Quando seus alunos chegam, eles começam a trabalhar. Requer meses de disciplina e Hudgens tem se preparado pra Gigi como um corredor faria numa maratona.

    “Você tem que estar em forma de luta”, ela disse. “Você tem que ter certeza que sua voz é forte e ágil. Você tem que ter certeza que fisicamente você pode suprir a demanda de se apresentar duas vezes por dia cantando e dançando pelo palco. É como um atleta.”

    Clique aqui para conferir a matéria original.

    Tradução exclusiva do Vanessa Hudgens Brasil, se copiar não esqueça dos créditos!

    20.01.2015
    Postado por VHBR

    O site Washington’s Top News publicou uma matéria falando sobre “Gigi”, que ainda conta com uma entrevista com a atriz Victoria Clark, que interpreta Mamita Alvaréz (avó de Gigi, personagem de Vanessa no musical), e não poupou elogios à Hudgens.

    Confira a matéria completa traduzida exclusivamente por nossa equipe abaixo:

    Vanessa Hudgens e Victoria Clark estrelam a pré-Broadway no Kennedy Center

    Você assistiu a noite que eles inventaram o champagne. Você lembra bem, mesmo que não entenda os parisienses. Então reze por Gigi essa noite, e agradeça a Deus pelos musicais.

    A produção está em exibição no Kennedy Center até 12 de fevereiro numa temporada especial pré-Broadway antes que a produção chegue ao Teatro Neil Simon em Nova York em 8 de abril.

    Vanessa Hudgens (High School Musical) estrela no papel protagonista, uma jovem que se envolve romanticamente com um playboy enquanto é criada como cortesã em paris no inicio da década de 1920.

    A icônica história foi criada pela escritora francesa Collette em um romance de 1944, antes de ganhar a versão da Broadway estrelada por Audrey Hepburn em 1951, e alcançado mais sucesso com Leslie Caron no filme de 1958, que ganhou nove Oscars, incluindo Melhor Filme (Arthur Freed) e Melhor Diretor (Vincente Minnelli).

    “Não consigo imaginar um lugar melhor do que Washington pra começar esse remake de Gigi”, disse o diretor Eric Schaeffer. “Essa cidade, desenhada pelo arquiteto francês Pierre Charles L’enfant, encaixa perfeitamente pra esse espetáculo.”

    WTOP conversou com a vencedora do Tony Victoria Clark, que interpreta Mamita.

    “É como uma versão totalmente nova do musical.” Clark contou ao WTOP. “Há algumas grandes surpresas. Conta a transcendente história de uma jovem de um jeito muito mais moderno.”

    Enquanto as cenas foram suavemente adaptadas, a trilha sonora inclui todos os números musicais favoritos de Alan Jay Lerner (letra) e Frederick Loewe (musica).

    E que ótimas musicas são: “Thank Heaven for Little Girls”, “I Don’t Understand the Parisians”, “The Night They Invented Champagne” e “Remember it Well”, entre incontáveis outras.

    Pessoalmente a favorite de Clark é o dueto “I’m Glad I’m Not Young Anymore”, que ela faz piada e relaciona com sua própria carreira. Dez anos atrás, ela ganhou o maior premio do teatro – O Tony por Atriz Protagonista em “The Light in the Piazza” (2005). Agora, ela está entrando no seu 13º show da Broadway, incluindo o recente anúncio que ela vai interpretar a fada madrinha em “Cinderella” de Rodgers & Hammerstein.

    Recentemente ela também interpretou a mãe de Claire Danes na 4ª temporada de “Holemand”, da Showtime.

    “Tem sido um ano muito bom pra mim”, Clark disse, francamente procurando por um lugar para descansar, mas acabou parando no palco do Kennedy Center.

    De fato, Clark sabe onde pisa.

    “Gigi” marca o terceiro show de Clark no Kennedy Center. 20 anos atrás, ela interpretou Smitty com Mathew Boderick na pré-Broadway de “How to Succeed in Business Without Really Trying”. Quase uma década antes disso, ela interpretou Madam Thenardier durante a primeira campanha nacional de “Les Miserables” no Kennedy Center Opera House.

    “Eu era uma garotinha de colegial nessa época” ela brinca.

    Agora, Clark é a aclamada veterana, enquanto Hudgens é o talento em ascenção.

    “Vanessa Hudgens está fazendo sua grande estreia nos palcos e sua estreia na Broadway em breve, então a audiência de Washington deve vir assistir, porque isso vai entrar pra história.” Diz Clark. “Ela é absolutamente incrível nesse papel e eu estou realmente honrada de estar no elenco com ela.”

    A temporada na Broadway ajudará Vanessa a se preparar para o papel de Janeiro de 2016 em “Grease Live”, a resposta da FOX para a “The Sound of Music Live” e “Peter Pan Live” da NBC. Hudgens interpretará Rizzo enquanto Julianne Hough será Sandy. Ainda não foi anunciado quem fará Danny Zucko.

    “Ela é muito pé no chão, muito sensível, ela realmente é um talento triplo”, diz Clark. “Ela tem um coração enorme e um carisma e tanto. Ela não precisa de nenhuma luz sobre ela. Ela mesma ilumina o lugar por onde passa. E, é claro, todo mundo sabe que ela é linda, mas ela é realmente linda por dentro, e eu acho que é daí que o dom dela vem.”

    Clique aqui para conferir a review original.

    Tradução exclusiva do Vanessa Hudgens Brasil, se copiar não esqueça dos créditos!

    17.01.2015
    Postado por Carol Relva

    Confira abaixo as pequenas notícias liberadas sobre a Vanessa Hudgens entre os dias 11 e 17 de Janeiro:

    Novas fotos de Gigi

    Essa foi a última semana de ensaio antes da estréia da peça Gigi que aconteceu ontem (16/01) no The Kennedy Center, em Washington D.C, e com isso foram disponibilizadas novas fotos na internet! Confira clicando nas miniaturas abaixo:

    Ensaios
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    Promocionais
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    Novas fotos de V em photoshoots

    Em Janeiro do ano passado, Vanessa passou um tempo visitando algumas cidades divulgando seu filme, Gimme Shelter, dando entrevistas para várias fontes locais, incluindo o USA Today. Além da entrevista, V foi fotografada por Jack Gruber para o jornal. Foi liberada uma nova foto desse ensaio fotográfico, confira clicando em qualquer miniatura abaixo:

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    Mês passado (dezembro de 2014), Vanessa e o elenco de Gigi fizeram uma prévia da peça para a imprensa, e com isso fotos e entrevistas foram feitas. V cedeu entrevista para o The Washington Post, que publicou uma matéria sobre sua estréia no espetáculo e ainda foi feito um ensaio fotográfico por Jesse Dittmar, e recentemente foi liberada uma nova foto. Além disso, foram disponibilizadas scans do jornal. Confira clicando nas miniaturas abaixo:

    Ensaio fotográfico
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    Scans
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    Atualizações nas redes sociais

    Vanessa Hudgens atualizou suas redes sociais algumas vezes nessa última semana, confira tudo abaixo:

    11/01 – Most likely to succeed on Broadway*!!!!!!
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    12/01 – Eu, eu mesma e eu.
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    13/01 – Suja significa longa e linda vida. AMÉM! Essa é uma grande semana para mim, então estou me mantendo hidratada e restabelecida com @lovesuja. Mighty Greens é o meu favorito!
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    13/01 – A pizza realmente estava excepcional. 🙂
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    14/01 – Dots de festival? Ou preparação para maquiagem? lol
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    14/01 – Ai meu Deus eu não acredito!!!!! É oficial, depois de DC eu estarei fazendo minha estréia na Broadway com @gigionbroadway. Me sentindo tão abençoada, agradecida e muito animada!!!!!!
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    15/01 – Ahhhh tão perto de ter uma audiência!!! Muito animada por amanhã @gigionbroadway ♥♥♥♥
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    15/01 – The night they invented champagne**… @gigionbroadway aí vou eu #AMANHÃ

    16/01 – Lição de hoje, obrigada @nataliesaidi. Ahhhh primeiro show com audiência hoje! Me desejem sorte!!!!!!
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    16/01 – Uh huh você sabe o que é isso. Preto e amarelo. E uma boina. ♥
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    * Most Likely to succeed on Broadway é o título da matéria feita pelo The Washington Post, confira tudo traduzido clicando aqui.
    ** The night they invented champagne é um dos números musicais presentes na peça Gigi, na qual Vanessa é protagonista.

    10.01.2015
    Postado por VHBR

    Durante a press conference de “Gigi”, que aconteceu no dia 22 de Dezembro, em Nova York, Vanessa e o elenco (os atores Corey Cott e Victoria Clark, o diretor Eric Schaeffer e a roteirista Heidi Thomas) concederam uma entrevista ao site Theater Mania, onde falaram sobre o musical e não pouparam elogios à Hudgens.

    Confira o vídeo abaixo:


    Além do vídeo, o site também liberou uma foto de Vanessa durante a press conference, confira clicando em qualquer miniatura abaixo:

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    Clique aqui para conferir o post original.

    *O título faz referência à música “Thank Heaven For Little Girls” (Graças a Deus Pelas Garotinhas, em português), presente em “Gigi”.

    10.01.2015
    Postado por VHBR

    Vanessa realizou uma entrevista e uma sessão de fotos para o site The Washington Post, onde falou mais sobre o musical que protagonizará “Gigi”, sua vida pessoal e muito mais. Além de Hudgens, várias outras pessoas como seu pai Greg Hudgens e sua melhor amiga Laura New concederam depoimentos.

    As fotos foram de responsabilidade do fotógrafo Jesse Dittma. Confira-as em nossa galeria clicando em qualquer miniatura abaixo:

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    Confira a entrevista completa traduzida exclusivamente por nossa equipe abaixo:

    Vanessa Hudgens, estrela de “High School Musical” gradua-se em Gigi

    A estrela, usando um suéter vinho com bolinhas sob o corpo esbelto, leva a mão até a boca em uma tosse congestionada.

    Vanessa Hudgens nunca pensou que ficaria doente no primeiro dia de ensaios para o pré-Broadway remake de Gigi.

    “Não dá pra faltar o primeiro dia de aula”, ela diz com um sorriso.

    É uma analogia inteligente considerando que Hudgens ficou conhecida com Gabriella Montez, a nerdzinha da franquia de sucesso da Disney, High School Musical.

    Desde o fim da trilogia em 2008, Hudgens esteve ocupada. Ela gravou álbuns, atuou em nove filmes e sempre manteve sua vida social bem sucedida, graças, em parte, ao relacionamento com Zac Efron e a amizade de longa data com as melhor amigas Ashley Tisdale e Selena Gomez. Mas assim como a maioria do East High, Hudgens se esforça pra superar a imagem da Disney, após sua formatura.

    “Gigi” é um novo começo. Com apenas 26 anos, Hudgens tem a chance de se reinventar nesse projeto da Broadway. Para isso, ela terá de ser convincente como uma ousada adolescente em Paris, no inicio do século XX, sendo criada para servir seu belo pretendente, Gaston. A atriz ainda terá que torcer pra que outros fatores caiam em seu favor.

    A produtora Jenna Segal, experiente na indústria televisiva com a MTV e a Nickelodeon, trabalhou durante anos pra trazer esse musical para os palcos e cuidou da escolha de elenco como uma mãe superprotetora. Ainda assim, ela nunca produziu um musical antes. A própria “Gigi” tem um lugar privilegiado na história. Audrey Hepburn atraiu atenção da audiência na produção original de 1951 e Leslie Caron ajudou o filme de 1958 a conquistar o Oscar. Mas o retorno a Broadway em 1973 não deu certo, e o time por trás desse remake, o que incluiu o diretor de arte teatral da Signature, Eric Schaeffer, espera se distanciar desse último fracasso.

    “Gigi” ainda não tem datas na Broadway, mas estreia em 16 de janeiro no Kennedy Center.

    Esse é o plano. No primeiro dia, a febre da estrela protagonista aumentou. Segal, naturalmente, correu para a farmácia e voltou com uma caixa de remédios. Hudgens rapidamente tomou num gole só. Minutos depois, ela estava rodopiando no chão e testando passes de Michael Jackson.

    “É isso”, diz a coreógrafa Alison Solomon enquanto ela finaliza.

    Pessoa mais meiga do mundo

    Pessoalmente, Hudgens é muito acessível. Ela não se acha ou exige um tratamento especial. É difícil distinguir sua risada animada enquanto interpreta a personagem das risadinhas que ela dá enquanto conversa normalmente.

    “Vanessa é apenas uma bola de alegria”, diz a atriz Laura New, uma amiga íntima. “Eu nunca a vi de mau humor”.

    “Ela é literalmente a pessoa mais meiga e carinhosa do mundo”, acrescenta Victoria Clark, a veterana nos palcos que interpreta a avó de Gigi.

    É claro, ser uma bolha de fofura não é um pré-requisito pra ganhar 12 milhões de dólares de um investimento na Broadway. O que mais impressionou Clark sobre Hudgens foi o que ela viu quando o ensaio começou.

    “Ela entra, sabe todas as falas e lembra as posições melhor do que eu, e essa é minha 13ª peça na Broadway”, ela diz. “Ela tem um talento triplo. Quando Vanessa dança, ela realmente dança. Ela está fazendo todas as coreografias difíceis que os dançarinos fazem. E não é nada fácil”.

    Numa entrevista durante o intervalo do ensaio, Hudgens pega uma tigela de açaí com manteiga de amendoim pra tapear o almoço, enquanto a enchem de perguntas. Ela baixa a guarda, aberta a responder qualquer coisa e passando números de telefone que seus agentes tanto tentaram preservar. O que ela não quer é falar sobre sua estratégia de carreira. O que um sucesso na Broadway faria por ela? O quanto ela se sente pressionada por isso?

    “Não depende só de mim. Há toda uma equipe” Hudgens diz, citando os nomes – e elogiando-os – dos produtores de design do cenário, figurino e diretor. “Se trata do espetáculo como um todo e de como a audiência vai se sentir”.

    Hudgens sabe como “Gigi” a faz sentir. Depois de anos focando em filmes, ela se sente honrada por voltar aos palcos. A parte mais surpreendente dessa experiência, ela conta, é que ela lembra quando interpretou Cindy Lou Who, em 1998, com 9 anos, em “How Grinch Stole Christmas” no Old Globe em San Diego.

    “Me dá vontade de tomar um chocolate quente nos intervalos e apenas curtir esse sentimento empolgante porque eu me sinto muito confortável com o que estamos fazendo nesse musical”, ela diz. “Eu fiquei surpresa com como esse sentimento é familiar pra mim.”

    Conhecida no mundo todo

    Hudgens começou cedo. A maior parte de sua infância foi na Califórnia, filha de Gina, uma nativa de Filipinas, e Greg, um bombeiro de Illinois e filho de um tocador de trompete. Greg e Gina mantiveram um relacionamento à distancia até que ele voou para o Sudeste da Asia para casar com ela. Eles voltaram para Califórnia juntos. Vanessa foi a primeira filha deles. Stella nasceu sete anos depois.

    Gina, que é católica, fez questão que a família fosse à igreja todo domingo. O casal também se esforçou para que Vanessa tivesse boas aulas de dança e de canto. Eles perceberam pela primeira vez que ela tinha jeito pra apresentações numa peça de natal do jardim de infância.

    Quando criança, Vanessa falou que queria ser pediatra. Aí ela começou a se apresentar. A produção de Old Globe para “Grinch” levou a outras peças e eventuais papeis em filmes, incluindo o drama de 2003 “Aos Treze” e a aventura de ficção cientifica em 2004 “Thunderbirds”.

    “Eu fiquei desconfiado no começo”, admite Greg Hudgens, acrescentando que os pais dele se divorciaram quando ele era criança basicamente por causa da rotina que o pai dele tinha com shows. “Quando ela se envolveu mais, nós fizemos um trato. Enquanto ela ainda se dedicasse com a escola e mantivesse a cabeça fora das nuvens, continuaríamos a apoiando”.

    A estrela de “High School Musical” na verdade jamais iria lidar com aulas de educação física, panelinhas nas mesas do almoço ou meninas malvadas. Ela estudou em casa, obtendo o diploma com 15 anos, ela conta.

    “High School Musical”, que estreou em 2006, apenas algumas semanas depois do seu 17º aniversário, fez de Hudgens um nome muito familiar. O filme da Disney teve duas outras sequências e mudou sua vida pra sempre. Ela namorou o par romântico Zac Efron, lotou arenas e viu ofertas de filmes brotarem do chão. Ela também aprendeu que qualquer voltinha na esquina seria documentado pelo TMZ, JustJared e KpopStarz.

    15 milhões de curtidas no Facebook

    Ibope é uma benção e uma maldição de ser Vanessa. Uma volta no Central Park não é uma chance pra relaxar. É um evento espontâneo para fãs, com autógrafos e câmeras de celulares. Hudgens também teve que se desculpar por alguns incidentes embaraçosos envolvendo fotos nuas vazadas na internet.

    A fofoca, no entanto, mantém seu marketing. É por isso que ela contratou uma empresa de Beverly Hills, Digital Media Management, pra administrar seus perfis oficiais no Facebook (15.401.799 curtidas), Twitter (4,8 milhões de seguidores) e Instagram (6,1 milhões). Sua influência em redes sociais é muito relevante.
    “Nós acabamos de ganhar 15 milhares de seguidores no Instagram hoje?”  Segal, o produtor, mandou uma mensagem durante um ensaio logo após o natal.

    “Sim”, sua assistente respondeu. “Hoje de manhã Vanessa postou duas fotos falando de Gigi”.

    No natal, seu namorado Austin Butler postou uma foto de Hudgens em pé em frente à sua árvore usando nada além de um suéter natalino, de acordo com the Daily Mail em Londres.

    Brian Ogilvie, um dos dançarinos de Gigi, viu a foto no Instagram. O cara barbudo, em New Jersey com sua família, prontamente tirou as calças pra imitar a foto dela. Hudgens, se divertindo, retuitou.

    “Eu tinha 250 seguidores no dia anterior e agora eu tenho 2 mil”, Ogilvie riu.

    Piadas a parte, o nome de Hudgens é outra ferramenta para uma produção tentando vender ingressos nesse mercado competitivo.

    “Virão assistir pessoas que talvez nunca tenham visto essa peça antes”, disse Segal. “O alcance dela é inacreditável, muitas dessas pessoas nem vão ao teatro, mas estão comprando ingressos porque eles querem vê-la. Por um longo tempo a única coisa que tinha para esse público jovem foi Wicked”.

    Filmada em 1-D

    Vanessa realmente parece muito atarefada falando de sua carreira no cinema. Foi bem chamativa. Há muito tempo ela deixou pra trás a imagem de menina da Disney, interpretando uma festeira porra louca de Harmony Korine em “Spring Breakers”, uma prostituta em “The Frozen Ground” e uma grávida precoce em “Gimme Shelter”. Só a obra de Korine chamou atenção da crítica – alguns odiaram, outros adoraram o filme – e esgotou as bilheterias. Os outros papéis que apareceram, ela sentiu que eram muito unidimensionais. Uma vez, ela falou sobre sentir-se liberta por um papel e contou à Marie Claire que ela queria ser como Meryl Streep. Hoje em dia, ela diz que só quer ser ela mesma.

    “Seu desempenho está no seu trabalho anterior, então as pessoas projetam isso em você e esperam apenas isso”, Hudgens disse. “Eles me viram interpretando uma stripper, viciada em drogas e prostituta, e agora eu recebo várias ofertas pra interpretar uma prostituta ou uma stripper”.

    Ela ouviu sobre “Gigi” pela primeira vez em um momento ruim, ela admite. Hudgens estava no Coachella, um de seus festivais favoritos. Ela e seus amigos mal conseguiam se mexer. Todos queriam tirar fotos. Todos queriam autógrafos. Ela só queria relaxar e ouvir Arcade Fire.

    Evan Hainey, seu agente, ligou pra ela pra falar sobre uma nova produção da Broadway de “Gigi”. Ele tinha conseguido que ela fizesse o teste.

    Hudgens leu o roteiro, assistiu ao filme de 1958 e ouviu a trilha sonora.

    “Eu o liguei de volta e fiquei tipo: Evan, você realmente acha que eu devo tentar isso? Eu não entendo como eu vou parecer uma parisiense adolescente no século XX. Eu sou Filipina. E ele disse: Não, eles estão interessados.”

    Segal e o diretor Schaeffer ficaram tão surpresos quanto Hudgens quando ela combinou com a personagem.

    “Eu sempre disse: Vamos transformar alguém numa estrela”, disse Schaeffer. “Vamos encontrar alguém que acabou de sair da faculdade e transformá-la numa estrela. Isso acabou quando Vanessa entrou. Ela é Gigi. Nenhum de nós pensou que isso iria acontecer.”

    Assim que Vanessa foi embora depois de seu teste, Segal mandou um e-mail pra ela.

    “Só queria que você soubesse que estamos te oferecendo esse papel, mas não é porque você é Vanessa Hudgens,” ela escreveu. “Estamos te oferecendo o papel porque você foi a melhor Gigi que entrou nessa sala.”

    Com a noite de estreia se aproximando, Hudgens disse que está apenas trabalhando pra dar o seu melhor. Ela acha que as comparações com Hepburn, a linda mulher feminina que se tornou um ícone no cinema, são honradas e animadoras. Mas não lhe tiram o foco.

    “Pressionada?” Ela repete quando alguém pergunta como ela se sente. “Me sinto pressionada por mim mesma quando não faço algo certo. Não pelas outras pessoas, mas pra minha própria satisfação e sentimento de ter conseguido. Pra realmente me orgulhar do que estou fazendo. Pensar por alguém de fora ou pelo futuro, eu prefiro não pensar em nada disso.”

    Ela pausa pra comer mais açaí.

    “Só estou tentando fazer o meu melhor.”

    Clique aqui para conferir a matéria original.

    Tradução exclusiva do Vanessa Hudgens Brasil, se copiar não esqueça dos créditos!

    08.01.2015
    Postado por VHBR

    O site Playbill publicou uma matéria contando alguns detalhes sobre o musical “Gigi”; que também conta com uma entrevista com Vanessa, seu par romântico Corey Cott, o diretor Eric Schaeffer e a escritora Heidi Thomas (que não pouparam elogios à Hudgens).

    Confira a tradução exclusiva feita por nossa equipe abaixo:

    Porque Vanessa Hudgens tem “algo” que encanta a Broadway com Gigi? Ela nos conta

    A sensação de “High School Musical”, Vanessa Hudgens, é o centro da nova adaptação de Gigi, que vai para New York após a temporada de estreia em D.C. Aqui está o porque.

    Se a mistura da Gigi de Alan Jay Lerner e Frederick Loewe, com uma nova adaptação literária da escritora britânica indicada ao Emmy, Heidi Thomas, chega à Broadway logo após o primeiro mês de apresentações no John F. Kennedy Center for the Performing Arts (esse é o plano, mesmo que nada tenha sido confirmado pela Broadway), assim será a primeira grande estreia de Vanessa Hudgens.

    Estando sob os holofotes desde adolescente com a franquia “High School Musical”, grande sucesso da Disney – e vendo sua vida pessoal protagonizar tabloides e escândalos na internet – ela se sente pressionada? “Não”, ela diz, firme. “Você não pode viver sua vida sob os olhares de outras pessoas.”

    Ela vê as coisas do mesmo modo que Gigi. Gigi, a despreocupada cortesã em treinamento, que protagoniza o musical, é conhecida por sua autenticidade.

    “Nos tempos modernos, tudo é tão sexualizado, principalmente as jovens – é isso que vende”, Hudgens aponta. “E, nessa [peça], não se trata disso! Se trata da pureza e determinação que você tem como indivíduo para buscar sua própria felicidade. Isso é tão mais poderoso do que qualquer coisa sexual. Aliás, ela nasceu numa época em que as mulheres jovens ficavam presas numa caixa. Ainda hoje, [se] você é jovem e mulher, as pessoas querem te empurrar pra essa caixa, como se você tivesse destinado a ser daquela maneira, [mas] Gigi diz: Isso não é certo pra mim. Eu não quero ser essa pessoa. Eu não vou sê-la. Eu vou fazer meu próprio papel, vou ser eu mesma. E isso é tão poderoso e vai fazer com que as mulheres se lembrem de serem elas mesmas – não importa quão difícil seja.”

    Enquanto Mamita Alvarez (Victoria Clark) e tia Alicia (Dee Hoty) criam Vanessa e a ensinam etiqueta, charme e graciosidade, ela se transforma de menina para mulher, e Gaston (interpretado por Corey Cott, mais conhecido pelo sucesso da Disney, “Newsies”) prende os olhares nela.

    “O legal dessa peça eu acho que é mais do que um musical de época”, diz Cott. “Eu acho que é uma redefinição do que significa ser uma mulher e um homem na sociedade de todas as gerações… Acho que todos da peça são inspirados a seguir o exemplo do caráter de Gigi, no sentido de redefinir o que significa estar vivo e ser uma mulher naquele tempo em que era bem difícil ser mulher. Os homens controlavam tudo. Elas não tinham muita oportunidade. Se uma mulher quisesse ter controle de algo, ela tinha que ser cortesã ou amante. Está sendo desafiador observar isso e também passar por esse desenvolvimento [o contexto histórico da época] de um jeito diferente de como foi com Jack [em Newsies]. Além disso, o Gaston… Até o fim da peça tem um amadurecimento – percebendo que Love [e] paixão verdadeira têm mais importância do que coisas materiais, joias ou fama…”

    Todos no musical estão buscando autenticidade, como aponta Heidi Thomas, autora do livro. “Gigi quer uma experiência que pareça autêntica pra ela mesma”, ela diz, “E eu acho que muitos de nós estamos buscando essa autenticidade no mundo moderno, e eu acho que o teste de algo realmente clássico é que funciona de diferentes maneiras para cada nova geração”.

    “Gigi” é, de fato, realmente um clássico. Audrey Hepburn originalmente interpretou a protagonista versão para os palcos em 1951, adaptada por Anita Loos do romance de Colette de 1945. E, no filme de 1958, dirigido por Vincente Minnelli e estrelando Leslie Caron como a protagonista, recebeu 9 Oscars incluindo o de Melhor Filme e foi selecionado para preservação no United States National Film Registry pelo Library of Congress em 1991. A adaptação musical, estrelada por Karin Wolfe, chegou pela primeira vez à Broadway em 1973.

    O que levou Vanessa Hudgens a ser a próxima Gigi? “Muitas coisas, honestamente!” ela diz com entusiasmo. “Digo, o fato de que tantas mulheres maravilhosas interpretaram Gigi – Leslie Caron, Audrey Hepburn – são passos muito épicos para seguir! Eu pensei: porque não segui-los? Vai ser um bom desafio! E também, a musica de Lerner e Loewe é maravilhosa. Eu cresci com My Fair Lady, aquela energia que eles têm na musica passa pra tudo que eles fazem e tem esse mesmo espírito. E, a personagem… Eu sinto que é raro encontrar uma personagem que tem uma transformação tão maravilhosa, uma história importante e alguém que é tão puro, honesto e verdadeiro com si próprio. Ela é um exemplo incrível. Eu queria ser ela, e agora eu vou ser.”

    Quando o diretor Eric Schaeffer e a escritora Heidi Thomas viram a audição de Hudgens, eles sabiam que tinham encontrado A pessoa certa, mesmo que a intenção inicial era não escolher nenhuma celebridade para o papel.

    Schaeffer adimitiu, “Eu posso dizer, como diretor, raramente acontece [de] alguém entrar, fazer a audição, sair da sala e te deixar tipo: ‘É ela!’ E foi exatamente isso que aconteceu com Vanessa. Ela entrou, memorizou tudo para a audição, e ela tinha algo mais. Não tem como rotular, imitar ou reproduzir o que ela tem. Eu fiquei tipo: ‘Contrate-a. Ela é Gigi’. E, [quando] planejamos originalmente, nós pensávamos que acharíamos alguém anônimo e a faríamos famosa…”

    Thomas interveio: “Audrey Hepburn foi descoberta. Colette, a romancista, a viu andando pelo lobby do hotel e disse: Ela é minha Gigi. (…) Eu realmente acho que com Vanessa nós temos a merecida sucessora de Leslie Caron e Audrey Hepburn porque ela simplesmente tem algo. Nós não podemos interferir nisso. Nós estamos há meses tentando entender: Porque ela é tão mágica? Ela apenas é! Vanessa é Gigi”.

    Como e porque Hudgens se conectou tão forte com a personagem? “Meu coração é tão infantil”, ela disse, “e quando eu posso ser como criança, é quando eu sou mais feliz, e é quando eu brilho mais. Na audição eu fiz a cena em que eu sou a versão mais jovem de Gigi e foi exatamente assim. E, quando eu sou aquela pessoa, é a versão mais feliz de mim mesma, e eu acho que isso transparece. Acho que é contagioso, sabe? Então eu fiz isso e acho que foi o que os deixou empolgados. Eu não tinha preparado outra cena, [mas] eles me pediram, então eu fui pra uma sala sozinha durante 10 minutos, me preparei, voltei e fiz. Eu também sei me portar como mulher… Estar nessa indústria, ir a tapetes vermelhos e ser uma pequena jovem de negócios, você aprende a lidar consigo mesma e a se portar. Eu acho que eles puderam ver esses meus dois lados, que também são dois lados de Gigi, então funcionou muito bem.”

    Ela acrescentou, “Eu estou feliz. Estou apaixonada com o que estou fazendo. Eu estou nas nuvens, e eu acho que vai ser absolutamente maravilhoso.”

    As performances começam em 16 de janeiro, no Kennedy Center.

    Clique aqui para conferir a matéria original.

    Tradução exclusiva do Vanessa Hudgens Brasil, se copiar não esqueça dos créditos!

    08.01.2015
    Postado por VHBR

    Durante a press conference de “Gigi”, que aconteceu no dia 22 de Dezembro, em Nova York, Vanessa e o elenco concederam uma entrevista ao site Broadway.com, onde falaram sobre seus melhores momentos bebendo champagne.

    Hudgens revelou que seu melhor momento foi na noite antes de ir para Nova York, onde bebeu muito champagne e dançou a noite toda.

    Confira o vídeo com a entrevista (a partir de 3:00) abaixo:

    24.12.2014
    Postado por VHBR

    O site Just Jared Jr. divulgou a lista das Melhores Capas de Revista de 2014, e Vanessa apareceu entre os colocados com sua capa da edição de Fevereiro da Nylon Magazine americana. Vários outros artistas como Zac Efron, Selena Gomez e Miley Cyrus também estão na lista,  que não possui critérios e está em ordem aleatória.

    Reveja as fotos do ensaio para a Nylon Magazine clicando em qualquer miniatura abaixo:

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    Clique aqui para conferir a lista completa.

    23.12.2014
    Postado por VHBR

    Após a apresentação da prévia do musical “Gigi”, no qual Vanessa será a protagonista Gigi Alvaréz, aconteceu ontem (22 de Novembro) uma press conference com o elenco do musical, onde todos concederam várias entrevistas para diversos veículos de comunicação, no The New 42nd Street Studios, em Nova York.

    Adicionamos as fotos em nossa galeria, confira clicando em qualquer miniatura abaixo:

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    Confira também as entrevistas já divulgadas:

    Broadway.com: Em entrevista ao site broadway.com, Vanessa falou sobre o motivo de ter escolhido participar do musical; sobre a personalidade de sua personagem; e ainda, o elenco não poupou elogios à ela.

    Team Hudgens NYC: Vanessa também concedeu uma entrevista ao seu fã site Team Hudgens NYC, onde falou sobre sua personagem Gigi Alvaréz; suas experiências nos ensaios para a peça; e ainda revelou um pouco sobre seu retorno à música, confirmando os rumores!

    Continuem ligados no site, pois atualizaremos com novas entrevistas que forem divulgadas!

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