25.01.2016
Postado por Lucas Teixeira

Vanessa Hudgens concedeu uma entrevista ao site Playbill, onde falou sobre seu novo projeto, o musical “Grease: Live!” e sua personagem Rizzo, os 10 anos de “High School Musical”, suas experiências na Broadway com “Gigi”, os personagens que quer interpretar no teatro e mais.

Confira a entrevista completa traduzida exclusivamente por nossa equipe:

Gabriella Montez está toda crescida, e está assumindo Grease. Nós conversamos com a atriz sobre a vida desde “HSM” e o que ela quer fazer agora que aprendeu a dançar o hand-jive.

Faz 10 anos desde que Vanessa Hudgens interpretou a inteligente e doce Gabriella Montez em “High School Musical”, do Disney Channel, e agora ela vai interpretar uma estudante do Ensino Médio com atitude. No lado Oeste do set de “Grease: Live”, o musical da Fox que vai ao ar no fim desse mês, ela falou conosco sobre recriar Rizzo, a decidida garota de Grease.

Então, qual foi sua reação quando te pediram para interpretar Rizzo?
Eu fiquei meio “Você tem certeza?!”, porque, crescendo, eu sempre fui a Sandy. Sempre fui a garota boa, e nunca imaginei quão fabulosa Rizzo era até eu pensar sobre e assistir [o filme novamente] e entender a maravilhosa personagem que ela era. Aí, eu entrei com tudo, claro!

Me conte, como é interpretar uma durona?
É divertido! É a primeira vez que eu interpreto uma personagem como esta. Eu sou sempre legal, ou uma versão de legal. Mas é divertido. Eu tenho que estar muito “acima de tudo”, falar o que vem na minha mente e não preciso ser educada. É definitivamente uma extensão de quem eu sou, mas é divertido porque nós todos temos um pouco disso dentro de nós. Às vezes nós temos que ser os mais legais que estamos acostumados, então não expressamos nossos pensamentos, e Rizzo faz isso toda hora.

Tenho certeza que você era fã do filme.
Sim, claro. Quero dizer , “High School Musical” é “High School Musical” por causa de “Grease”. Foi o “High School Musical” original, por isso é tão legal, porque agora estou voltando dez anos depois e interpretando o lado oposto.

Como você era no Ensino Médio – ou por volta da idade do Ensino Médio?
Eu não fui. Eu estudei em casa, eu estava trabalhando. Eu estava trabalhando em “High School Musical”. Eu era meio parecida com quem eu sou [agora]. Obviamente, eu era a mesma pessoa, mas um pouco mais tímida e não tão confiante.

O que te anima sobre o teatro? Como isso está te satisfazendo?
Eu vivo para o teatro. Eu acho que nasci para me apresentar. Eu amo fazer filmes, mas você não dança e canta quando está gravando filmes na maioria das vezes. Eu amo estar nos palcos. Eu acho que a primeira vez que eu saí da concha foi quando eu estava no palco fazendo minha primeira peça aos sete anos de idade. Eu meio que “me encontrei” estando no teatro – sendo capaz de me esconder atrás de personagens e me sentindo em casa. Por eu estar tão nisso durante meu crescimento, que se tornou um lugar que eu guardei com tanto carinho no meu coração. Eu me sentia segura, o que é interessante pois deveria ser o oposto, mas eu prosperava na frente de um público ao vivo. Eu até sentia pequenas borboletas [no estômago], mas assim que eu pisava no palco…

Quais são alguns papéis dos sonhos que estão na sua lista?
Maria em “Amor, Sublime Amor”. Foi o primeiro musical que eu assisti… e eu amava Natalie Wood, então “Em Busca de Um Sonho” eu obviamente amo [também]. Eu quero ser Satine em [uma adaptação para os palcos] de “Moulin Rouge” porque eu amo tanto as músicas.

Você estava tendo um momento bom em Nova York, na Broadway?
O melhor momento da minha vida. Eu deitei [no chão] como uma estrela no último dia antes do show e chorei muito. Eu estava tão triste que o fim estava chegando porque foi tão especial dividir o palco com o elenco no teatro da Broadway. Sabendo que era minha primeira vez lá e que eu nunca mais teria isso de volta foi tão triste, mas muito especial. Eu jamais esquecerei.

Qual a sua melhor memória de Gigi?
Eu tenho tantas, mas uma que está muito viva na minha memória foi da última performance. Eu desci as escadas para minha última aparição, e eu já estava muito emotiva – porque eu estava como “Essa é a última vez que eu estou descendo estas escadas em uma roupa feita por Catherine Zuber…” elas eram maravilhosas. Eu normalmente tinha um momento com um dos membros, Max [Clayton], e eu olhei para ele nesse momento, e ele estava soluçando, e isso me fez desmoronar e começar a soluçar. O rosto dele estava literalmente… tão alterado. Eu sinto falta deles.

Então, como está sendo por trás das cenas com as Pink Ladies? O que nós devemos saber sobre?
Nós todos nos divertimos muito. Nós somos bem próximos. Elas são jovens mulheres tão talentosas e incríveis, e tem corações tão bons! Nós todos nos damos bem.

Clique aqui para conferir a entrevista original.

Tradução exclusiva do Vanessa Hudgens Brasil. Se copiar, não esqueça os créditos!

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